
FELICIDADE AMORDAÇADA (Paulo Moura)
Quando eu vi você a vez primeira
Era noite de fria madrugada
Me encantei com teus olhos, mas teu riso
Era a felicidade amordaçada
Teu semblante exalava uma beleza
Escondida entre traços de lamento
Misturando alegria e sofrimento
Como uma ave que canta, mesmo presa
Me vesti de coragem pra fazer
Tua vida de novo acontecer
Resgatando-te deste turbilhão
Escolhi minhas armas prá lutar
E das garras do pranto libertar
O teu belo e sofrido coração
Teu semblante exalava uma beleza
Escondida entre traços de lamento
Misturando alegria e sofrimento
Como uma ave que canta, mesmo presa
Me vesti de coragem pra fazer
Tua vida de novo acontecer
Resgatando-te deste turbilhão
Escolhi minhas armas prá lutar
E das garras do pranto libertar
O teu belo e sofrido coração
Bonito soneto, poeta, Gostei!!!
ResponderExcluirMeuu abraço,
Dalinha